Adeus, final feliz!
Ultimamente tenho assistido a filmes demais. Pudera, estou em férias!
Ao mesmo tempo, meu feeling para a escolha já não está lá grandes coisas. Posso dizer seguramente que em cada 10 filmes que assisti no período, 8 tiveram finais trágicos ou tristes.
Um deles, no entanto, chama a atenção: "O Terminal".
Tom Hanks, mais uma vez, expõe um brilhantismo surpreendente no papel de alguém que espera. Sim, ele espera. E como! Assim como o Náufrago, que se mantém vivo, em o Terminal Viktor simplesmente espera. Consegue o que quer, volta pra casa. Mas... o que há de triste se a espera chega ao fim?
O mocinho não fica com a mocinha. Aliás, a mocinha, indecisa entre amor, desejo e amizade, deixa de ser convencional. Ele é a "mocinha" do filme, em termos técnicos, lógico! É ele quem espera, é ele quem encanta, é por ele que torcemos... Mas ele não alcança. Assim, adeus final feliz!
Assim como Diana provou ao mundo que nem todo sapo é princípe e qualquer príncipe pode ser um sapo, Hollywood entrou na dança da modernidade, onde as mulheres deixam de ser politicamente corretas, onde o final feliz no fim do filme é saber simplesmente que algo deu certo lá pelos últimos minutos do longa. É um tal de mocinho que morre, mocinha que morre, caminhos diferentes... e o importante é que em algum momento eles foram felizes juntos.
Há tempos não consigo mais assitir um filme e sair dele aliviada. Talvez seja exatamente este o motivo de eu ver sempre os mesmos...
Ao mesmo tempo, meu feeling para a escolha já não está lá grandes coisas. Posso dizer seguramente que em cada 10 filmes que assisti no período, 8 tiveram finais trágicos ou tristes.
Um deles, no entanto, chama a atenção: "O Terminal".
Tom Hanks, mais uma vez, expõe um brilhantismo surpreendente no papel de alguém que espera. Sim, ele espera. E como! Assim como o Náufrago, que se mantém vivo, em o Terminal Viktor simplesmente espera. Consegue o que quer, volta pra casa. Mas... o que há de triste se a espera chega ao fim?
O mocinho não fica com a mocinha. Aliás, a mocinha, indecisa entre amor, desejo e amizade, deixa de ser convencional. Ele é a "mocinha" do filme, em termos técnicos, lógico! É ele quem espera, é ele quem encanta, é por ele que torcemos... Mas ele não alcança. Assim, adeus final feliz!
Assim como Diana provou ao mundo que nem todo sapo é princípe e qualquer príncipe pode ser um sapo, Hollywood entrou na dança da modernidade, onde as mulheres deixam de ser politicamente corretas, onde o final feliz no fim do filme é saber simplesmente que algo deu certo lá pelos últimos minutos do longa. É um tal de mocinho que morre, mocinha que morre, caminhos diferentes... e o importante é que em algum momento eles foram felizes juntos.
Há tempos não consigo mais assitir um filme e sair dele aliviada. Talvez seja exatamente este o motivo de eu ver sempre os mesmos...


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